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Tudo sobre Banco Central

Oposição apresenta novo pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes

A oposição ao governo federal na Câmara dos Deputados apresentou, nesta segunda-feira (29), um novo pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF. O documento menciona encontros entre Moraes e Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, e alega que o ministro tentou pressioná-lo em prol do Banco Master. Com mais de 100 assinaturas já coletadas, a oposição busca alcançar 200 antes de protocolar formalmente o pedido no início do ano parlamentar, em fevereiro de 2026, acreditando que tais atitudes são incompatíveis com o cargo de um membro do Supremo Tribunal Federal.

Auditores do Banco Central buscam proteção jurídica contra pressão política

O presidente da ANBCB, Thiago Cavalcanti, expressou preocupações sobre a acareação do diretor Ailton de Aquino do Banco Central no STF, argumentando que tal ação pode comprometer a segurança institucional e jurídica dos auditores. Cavalcanti observou que essa exposição desnecessária gera angústia e revolta entre os funcionários, destacando a importância de decisões colegiadas na fiscalização. Ele defendeu a aprovação da PEC 65 de 2023, que asseguraria autonomia ao BC e protegeria auditores de pressões externas. Ele refutou críticas sobre a liquidação do Banco Master, afirmando que os procedimentos seguiam os trâmites legais apropriados.

Toffoli nega recurso do Banco Central e acelera acareação sobre o Banco Master

O ministro Dias Toffoli, do STF, negou recurso do Banco Central que pedia mais explicações sobre a acareação em investigação do Banco Master, agendada para a próxima terça-feira. Toffoli definiu o BC e seu diretor, Ailton Santos, como 'terceiros interessados', não sendo investigados. Justificando a urgência da acareação, o ministro ressaltou o impacto no sistema financeiro, destacando a importância da participação do BC em uma operação que envolve irregularidades de R$ 12,2 bilhões na venda do Banco Master ao BRB. A acareação será realizada pela Polícia Federal sob sigilo.

Entidades financeiras defendem autonomia do Banco Central em nota crítica ao STF

Quatro associações financeiras lançaram uma nota em defesa da independência do Banco Central (BC), alertando sobre a possível reversão de decisões em um caso envolvendo o Banco Master. Embora a nota não mencione diretamente o Banco Master ou o Supremo Tribunal Federal (STF), surge em um contexto de incerteza sobre a atuação do BC. As entidades enfatizam que a manutenção de um regulador técnico e institucionalmente independente é fundamental para a solidez do sistema financeiro. A ausência de problemas financeiros significativos nos últimos anos destaca a eficácia do BC e é essencial que sua autoridade seja preservada.

Mercado em alerta: STF pode reverter liquidação do Banco Master

O mercado financeiro observa com apreensão a possibilidade de o STF reverter a liquidação do Banco Master, que ocorreu devido a uma fraude de R$ 12 bilhões. A liquidação extrajudicial, decretada pelo Banco Central em novembro de 2025, levantou questionamentos no Tribunal de Contas da União sobre a cronologia do processo. Especialistas, como Luiz Fernando Figueiredo, afirmam que os questionamentos são irrelevantes e que a operação está embasada. Uma eventual reversão da liquidação poderia gerar incertezas no sistema financeiro brasileiro, afetando a confiança no regulador e causando instabilidade no mercado.

STF investiga fraude bilionária em liquidação do Banco Master

O ministro Dias Toffoli do STF convocou uma acareação para investigar a atuação do Banco Central na liquidação do Banco Master, que pode estar envolvido em fraudes bilionárias. A audiência será em 30 de dezembro e incluirá Daniel Vorcaro, ex-presidente do Master, e outros diretores do BRB e do BC. O foco será esclarecer quando o Banco Central soube das irregularidades e quais ações foram tomadas para combater a fraude, que pode resultar em prejuízo de até R$ 12,2 bilhões. A investigação também questiona a celeridade da liquidação do banco recém-investigado.

Acareação no caso Master surpreende investigadores e gera apreensão

O ministro Dias Toffoli do STF surpreendeu investigadores ao agendar uma acareação sobre o Banco Master para a próxima terça-feira. A decisão, tomada de ofício, visa confrontar versões em relação à venda do banco ao BRB, sem demanda prévia da Procuradoria-Geral da República ou da Polícia Federal. O encontro, que acontecerá por videoconferência, envolverá Daniel Vorcaro, dono do Master, Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, e Ailton de Aquino, diretor do Banco Central. Essa estratégia gerou apreensão, considerando a possibilidade de constrangimento e pressão sobre os envolvidos na investigação.

Ministro Moraes pressionou presidente do BC por informações sobre compra do Banco Master

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, ligou seis vezes em um dia para o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, buscando informações sobre a compra do Banco Master, conforme revelou o Estadão. Além disso, Moraes teria tido pelo menos quatro outras conversas sobre o assunto, incluindo um encontro presencial. Após a divulgação da informação, o ministro negou ter discutido qualquer coisa relacionada ao Banco Master. Ele e o BC confirmaram reuniões, mas ressaltaram que trataram apenas sobre a Lei Magnitsky e suas repercussões, sem abordar aquisições financeiras.

Acareação entre figuras do setor bancário é agendada pelo STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, agendou para o dia 30 de dezembro uma acareação entre Daniel Vorcaro, presidente do Banco Master, Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, e Ailton de Aquino Santos, diretor do Banco Central. Essa acareação ocorrerá sem solicitação da Polícia Federal e pode ser realizada de forma virtual, já que Vorcaro está em prisão domiciliar. O caso envolve investigações sobre a tentativa de venda do Banco Master ao BRB e indícios de fraudes de R$ 12,2 bilhões no sistema financeiro. Toffoli também estabeleceu sigilo na investigação.

Alexandre de Moraes nega pressão ao Banco Central sobre Banco Master

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, divulgou uma nota negando ter pressionado o Banco Central em favor do Banco Master. Ele esclareceu que as reuniões mantidas com o presidente do BC, Gabriel Galípolo, ocorreram para discutir os impactos da Lei Magnitsky, sem tratar de aquisições. Moraes ressaltou que seu escritório de advocacia, liderado por sua esposa, não esteve envolvido na compra do BRB pelo Banco Master. O ministro também afirmou que não fez contatos telefônicos ou esteve presente no BC, negando a pressão e defendendo a legalidade de suas ações relacionadas à lei.

Câmara dos Deputados busca poder de demissão sobre diretores do Banco Central

Líderes de seis partidos na Câmara dos Deputados apresentaram um pedido de urgência para um projeto de lei que permite ao Congresso demitir diretores do Banco Central (BC). O requerimento, assinado por Claudio Cajado e líderes de MDB, PP, União Brasil, PL, PSB e Republicanos, representa um total de 300 deputados. O projeto surge em um momento em que o BC analisa a aquisição do Banco Master pelo BRB. Atualmente, a saída de diretores só é permitida em caso de pedido, doença, condenação ou desempenho insuficiente, mas o Legislativo busca ampliar essa competência.

Inflação em junho estoura meta e Banco Central se explica

Em junho, a inflação no Brasil ultrapassou a meta estabelecida, com o IPCA apresentando uma alta de 0,24%. Apesar da queda de preços nos alimentos, a energia elétrica disparou 2,96%, devido à bandeira tarifária vermelha, impactando o orçamento das famílias. Com isso, a taxa acumulada em 12 meses chegou a 5,35%, estando acima do limite de 3,0% mais ou menos 1,5 ponto percentual. Em virtude dessa situação, o Banco Central se comprometerá a enviar uma carta ao governo explicando os motivos do descumprimento da meta, incluindo estratégias para corrigir o desvio.

Campos Neto critica aumento do IOF e defende sua natureza não elitista

Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central, afirmou que o IOF não é um imposto destinado aos ricos, mas seu aumento pode encarecer toda a cadeia produtiva e distorcer o processo produtivo. Em entrevista à Folha de S. Paulo, ele destacou que o encarecimento do crédito afeta amplamente, e não somente os mais favorecidos. Campos Neto, agora no Nubank, também criticou a visão da esquerda sobre a igualdade, citando que a expansão do governo resulta na diminuição da liberdade. Além disso, ele negou envolvimento em futuras candidaturas, reafirmando foco em finanças e tecnologia.

Banco Central eleva Selic para 14,25%: um passo para controlar a inflação

O Banco Central aumentou a taxa Selic em 1 ponto percentual, atingindo 14,25% ao ano, refletindo a mesma taxa do fim do governo Dilma Rousseff em 2016. A decisão foi unânime entre os diretores e indica uma possível alta menor na reunião de maio. Os juros elevados buscam controlar a inflação, que ultrapassou a meta estabelecida. Apesar da resistência inicial ao nome do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, ele sinalizou compromisso em manter a autonomia da instituição e o controle da inflação no país, lidando com um cenário econômico desafiador.

Novas regras do banco central prometem mais segurança no sistema Pix

O Banco Central do Brasil anunciou novas regras para o sistema de pagamentos instantâneos, o Pix, visando aumentar a segurança e a conformidade legal. A partir de agora, instituições financeiras devem excluir chaves Pix de pessoas ou empresas irregulares na Receita Federal. Além disso, chaves do tipo e-mail não poderão mais ser transferidas entre usuários e haverá proibição de alteração de informações associadas a chaves aleatórias. O objetivo é dificultar a atuação de golpistas que utilizam dados falsos. O BC irá monitorar regularmente as instituições para garantir a aplicação das novas diretrizes.

Governo anuncia aumento salarial para presidente do Banco Central em 2026

A medida provisória que reajusta os salários dos servidores públicos federais também afetará a alta cúpula do Banco Central e ministérios a partir de 2026. O futuro presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, será o primeiro a se beneficiar desse aumento. Atualmente, os secretários-executivos recebem 42,92% do salário de um ministro, mas essa proporção subirá para 68,84%. Essa mudança, segundo a ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, deverá ter um impacto financeiro significativo, totalizando R$ 17,9 bilhões em 2025 e R$ 8,5 bilhões em 2026 nas contas do governo.

Lula promete verdadeira autonomia ao futuro presidente do Banco Central

No vídeo divulgado ao lado de seus ministros e do futuro presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou seu compromisso com a estabilidade econômica e o combate à inflação. O presidente prometeu que a gestão do Banco Central terá 'verdadeira autonomia', sem interferência de seu governo, enfatizando que Galípolo será o presidente mais independente que a instituição já teve. Lula também destacou a importância de proteger o poder de compra das famílias brasileiras e se comprometeu a continuar acompanhando as medidas necessárias para assegurar regras fiscais viáveis ao país.

Selic cresce e investimentos em renda fixa prometem maior retorno

O Banco Central do Brasil elevou a taxa básica de juros, a Selic, em 1 ponto percentual, atingindo 12,25% ao ano. Essa decisão impacta diretamente os rendimentos de investimentos em renda fixa, como poupança, CDB e Tesouro Selic. A poupança, enquanto mantém um retorno inferior a outras opções de investimento, ainda oferece rentabilidade superior à inflação, projetada em 4,62% para 2024. O retorno em investimentos também varia, com o Tesouro Selic sugerindo ganhos significativos. O aumento da Selic promete um retorno ajustado em aplicações financeiras, destacando a importância do monitoramento da inflação.

Campos Neto critica proposta que acaba com jornada 6x1 e eleva custos trabalhistas

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, criticou um projeto legislativo que propõe acabar com a jornada de trabalho de seis dias e um de descanso. Ele afirmou que a proposta aumentaria o custo do trabalho e a informalidade, prejudicando os trabalhadores e a produtividade. A PEC, de autoria da deputada federal Erika Hilton, sugere reduzir a carga horária semanal de 44 para 36 horas, o que, segundo a Firjan, custaria R$ 115,9 bilhões por ano à indústria. Campos Neto defendeu a necessidade de um ajuste fiscal para redução sustentável dos juros no país.

Toffoli suspende processos contra Campos Neto em decisão polêmica

O ministro Dias Toffoli, do STF, decidiu trancar três procedimentos contra Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, que estavam sob análise na Comissão de Ética Pública. A decisão foi baseada na conclusão da Procuradoria-Geral da República (PGR), que já havia analisado os casos na esfera criminal e optado por não prosseguir. Toffoli enfatizou que, com a ausência de infração penal ou indicativos de sua existência, o trancamento dos procedimentos administrativos se torna necessário. O caso envolve uma denúncia do senador Randolfe Rodrigues sobre supostas contas offshore de Campos Neto.

Lula indica Gabriel Galípolo para presidir o Banco Central e promete continuidade

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou Gabriel Galípolo para a presidência do Banco Central em anúncio feito pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Galípolo, que atualmente é diretor de Política Monetária do BC, deve ser sabatinado pelo Senado antes de assumir o cargo. A indicação promete movimentar o mercado financeiro, uma vez que Galípolo é visto como alguém que preservará a autonomia do Banco Central. Haddad também mencionou que o governo vai trabalhar para preencher outros cargos da diretoria do BC até o final do ano, promovendo continuidade nas políticas monetárias.

Lula escolhe Gabriel Galípolo como novo presidente do Banco Central

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a indicação do economista Gabriel Galípolo para a presidência do Banco Central. A escolha foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e agora dependerá da aprovação do Senado, que realizará uma sabatina. Galípolo, atual diretor de política monetária, expressou sua honra com a indicação. O economista tem um histórico de relacionamentos com o PT e já atuou em funções relevantes, sendo um conselheiro na campanha presidencial de 2022. Sua previsão de exame no Senado se aproxima, e o mercado financeiro também observa seus discursos.

Haddad recomenda que Lula escolha novo presidente do BC em breve

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sugeriu que o presidente Lula defina o novo presidente do Banco Central entre o final de agosto e o início de setembro. Durante um evento do Banco Santander, Haddad mencionou que discutiu a data do anúncio com o atual presidente, Roberto Campos Neto, visando uma transição mais longa. A consulta a Campos Neto ocorreu no início do ano, antes de exacerbações nas tensões entre ele e Lula. O líder do Governo no Senado, Jaques Wagner, acredita que a indicação e a sabatina ocorrerão até a segunda semana de setembro.

Governo propõe meio-termo para autonomia financeira do Banco Central em meio a resistências e mudanças

O governo propõe um meio-termo para a autonomia financeira do Banco Central, buscando desvincular o Orçamento da autarquia da União e ampliar sua autonomia operacional. A discussão envolve a transformação da autarquia em empresa pública, a criação de uma nova categoria e mudanças no regime de vínculo empregatício dos funcionários. Senadores tentam acordo para analisar a proposta na CCJ do Senado, mas há resistências e a votação pode ser adiada. A mudança é vista como forma de aproximar a autoridade monetária das melhores práticas internacionais e melhorar a prestação de serviço à sociedade.

Proposta de Emenda à Constituição concede autonomia financeira ao Banco Central e gera debate no Senado

A proposta de emenda à Constituição que concede autonomia orçamentária e financeira ao Banco Central (BC) está em discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O texto transforma o BC em uma empresa pública, retirando sua vinculação a qualquer ministério e concedendo autonomia de gestão administrativa, contábil, orçamentária, financeira, operacional e patrimonial. A proposta, de autoria do senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO) e com voto favorável do relator, precisa passar por dois turnos de votação no Plenário do Senado. O objetivo é que o BC tenha autonomia para zelar pela estabilidade financeira e fomentar o emprego.

PT critica direção bolsonarista do BC e mídia por 'crise fiscal' em nova nota política

O PT divulgou uma nota crítica ao Banco Central, acusando a direção bolsonarista de sabotar o crédito, investimento e contas públicas com a manutenção da maior taxa de juros do planeta. A nota também rechaça a PEC que propõe dar mais autonomia à autoridade monetária. A manifestação ocorre na semana do Copom discutir a taxa Selic. O PT defende as propostas de correção de desonerações tributárias encaminhadas ao Congresso Nacional e critica a autonomia do BC. Lula ironizou o encontro do presidente do BC, criticando a alta taxa de juros. O partido reafirma compromisso com educação, saúde e políticas públicas.

Notas falsas: Aprenda como identificar e evitar prejuízos

A circulação de notas falsas é um problema sério que afeta não apenas os comerciantes, mas toda a sociedade brasileira. Além de causar prejuízos financeiros, as cédulas falsificadas comprometem a credibilidade da moeda nacional e impactam a estabilidade econômica do país. Em resposta a essa questão, o Banco Central do Brasil tem se dedicado a alertar a população sobre os riscos envolvidos e fornecer informações para ajudar as pessoas a identificar e combater esse tipo de crime, destacando a importância da verificação de elementos de segurança presentes nas notas.

Gleisi Hoffmann acusa Campos Neto de sabotar governo Lula

Gleisi Hoffmann, presidente do PT, acusou o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, de querer sabotar o governo de Lula. Em uma postagem em rede social, ela criticou a presença de Campos Neto em um jantar com o governador de São Paulo. Para Gleisi, essa atitude mostra que Campos Neto está fazendo política, o que não condiz com a função de presidente do BC. Ela ainda afirmou que essa é uma estratégia para tentar voltar ao governo em 2026, usando tacticamente os juros e criando instabilidade no mercado.

Lula coloca política econômica e reeleição em risco ao criticar superávits primários e ofender o Banco Central

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva coloca sua política econômica e reeleição em risco ao criticar as políticas de superávits primários, fundamentais para o controle das contas públicas e crescimento econômico. Com ofensas ao Banco Central e confusão de conceitos, sua abordagem traz incertezas para o futuro do país. Ao fazer gastos sociais recordes sem o devido controle fiscal, Lula ameaça a sustentabilidade dessas políticas e sua própria candidatura. Com um país polarizado e desafios econômicos pela frente, o presidente precisa ajustar seu discurso para não repetir os erros do passado.

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